Há um descompasso entre o tempo de partida e de permanência entre os/as parceiros/as. Às vezes, um dos parceiros se encontra pronto para partir, mas o outro não percebe os sinais que indicam essa partida – as evidências. E mesmo quando as percebe precisa de tempo para processar a perda do amado/a. Nesse desencontro, a realidade da experiência amorosa registra momentos de desencanto, sofrimento e até desespero. Para algumas pessoas, a perda do/a amado/a é tão intensa que não conseguem abrir espaço para novos amores – mesmo em tempos de relações efêmeras.
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